domingo, 27 de março de 2011
sábado, 26 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
valete, a mulher que deus amou
terça-feira, 15 de março de 2011
passamos de saladas a grelhados mistos
XD
agora ri-me muito a ler isso
nao contes a ninguem essa parte da ingenuidade por cima a tapar
que eu acho que ainda ninguem decifrou 8-)
ha muita gente atenta nisto tudo, mas tambem ha quem saiba disfarçar
eih, é uma salada russa, o que é certo é que estamos cá todos:P
salada russa nao porque os ingredientes acabam por ser poucos a comparar c "isto"
mas e a maionese?! quem é que tem o papel de interligar tudo no nosso mundo do "isto"?!
a maionese é mesmo o mundo... e lá no fim, acabamos por ser só carne e osso, passamos de saladas a grelhados mistos...
sábado, 12 de março de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Há uns tempos comecei do zero. Agora comecemos do -50, por favor. Mostra do que és capaz e todos te vão aplaudir. A questão central é que nessa altura, não vou querer aplausos dessas mãos sujas de mentiras, eu aplaudo-me a mim própria porque pelo menos, os erros das minhas mãos eu já conheço e não me posso desiludir mais com eles. Quando pensas que o mundo está errado e tu estás bem, normalmente surgem factos que te provam que é ao contrário… e desta vez? Eu não estou bem nem mal, estou só e o mundo todo tem assistido na primeira fila ao meu espectáculo cheio de intervalos. Agora digo aqui e de pulmões cheios, que não quero mais intervalos aplaudidos, quero um fim definitivo porque nenhum artista gosta de plateias pouco sinceras. Agora falo em monólogo porque sei que já não tenho ninguém que me oiça. Também sei que fui eu que quis assim. E sabem porque quis tal cenário horrendo para mim? Porque às vezes a vida prova-nos que no teatro, como em tudo, é muito melhor estarmos por nós próprios do que por aqueles que mais tarde ou mais cedo nos falham.
Eu não luto por quem me falha. Se eu falho, espero estalos e não mentiras nem falsidades. Se eu falhei, eu aceito a dor de ter falhado porque a mim, mais do que a ninguém no mundo, dói falhar. Se eu falhei e ninguém me bateu, não achem que não sofri as consequências de ter errado. Se eu falhei e vejo agora o mundo a revelar-se uma contradição pura e dura, digo de pulmões e boca cheia que ninguém mais vale a pena se não eu própria, porque a mim dói errar comigo mesma e a essa plateia mentirosa não tem doído ver-me cortar ou pulsos todos os dias… o mais inacreditável é alguém justificar essa ausência de dor com a falta de justificações da minha parte. Eu não sei falar sobre o que me dói porque não sei sentir dor nem coisas más, só sei amar-vos muito porque eram o meu porto se abrigo.
Melhor, não sabia.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
31-01-2023
Agora aos trinta sinto-me mais eu. Seria de prever, caminhei nesse sentido… mas não acho que a idade nos traga coisas novas, traz-nos “aperfeiçoar de skill” talvez, em relação a diversos comportamentos do nosso quotidiano mental. Lembro-me principalmente dos meus dezassete anos, foi um ano inacreditável de descoberta constante. As vezes tenho ataques de saudades incuráveis durante instantes, quando releio Nietzsch ou vejo os meus sobrinhos a saírem para o café em bando. Mas não deixei ser eu, nunca e jamais em situação algum e é esse o meu argumento-chave para me justificar o relembrar tantas vezes aquele ano, dado que foi o começo de tudo, o despertar, o descobrir o mundo. Já não oiço hip hop nem conseguiria tentar infiltrar isso no meu iphone50 porque ia repugnar aquela sensação de que já não concordo com algumas profecias do Sam the Man mas ao mesmo tempo ia culpar-me por me tornar num ser tão intelecto, mas que afinal já nem consegue ter o distanciamento necessário para observar a questão mesmo sem concordar com ela. Isso é desviar-me de tudo o que suscitou o desenvolver dos meus projectos a longo prazo, é negar o princípio óbvio de que seja qual for o nosso contexto, a nossa perspectiva tem de ter desde logo um espaço para saber compreender a perspectiva que nos está a ser apresentada. Porque é só outra, não é nem melhor nem pior, nem mais nem menos, nem anjo nem diabo. É outra, diferente da minha. Se agora sou uma mulher sucedida em 70% dos objectivos a que me propus, devo-o em parte a essa pequena explicação: todos os pormenores de um quadro são fulcrais na obra final, mas o público só vê o quadro todo, tal como eu devo fazer sempre e em qualquer ocasião: ver o quadro todo. Equacionar todas as possibilidades de acontecimento face aquela dada situação. Agora sou juíza, sim porque quando sonhei sê-lo as mulheres chamavam-se igualmente juiz, sem distinção; no entanto, porque é que para realizar um dos meus tão balados objectivos, deixei para trás uma teoria que me seria tão importante? Ver o panorama todo e não nos focarmos só na nossa visão das coisas parece simples para alguém que escolhe o rumo de pessoas todos os dias. Mas não é. A filosofia aplicada na vida resulta poucas vezes, normalmente só refere conclusões de suposições e na vida as coisas não se supõem muito, acontecem só e não me parece que alguém esteja disposto a mandar parar o universo só porque uns seres imperfeitos a quem se chamou Homem, criaram teorias sobre como deviam ser as coisas. Afinal, estou nos trinta com as dúvidas dos dezassete ou é só paranóia minha por querer viver outra vez aquele ano inacreditável?
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
"When I consider how real and how true the things of his madness are to the madman, I cannot but agree with the essence of Protagoras' statement that "man is the measure off all things"
domingo, 16 de janeiro de 2011
anti-coitadismo
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Sinto que podia chorar para sempre. Tenho fome e sede mas não me apetece comer nada nem beber coisa nenhuma. Quero sair daqui e fugir, já não acredito que seja capaz de enfrentar tudo porque agora estou a provar a mim própria que não aguento o mundo em cima dos meus ombros como eu julgava. Ecoas por todos os meus poros, todos. Não quero escrever literatura, quero desabafar sem te me pré-explicar sobre o que seja porque eu estou cega de lágrimas e de vontade de te ter nem que por cinco minutos. Podes esquecer tudo só para me vir dar um abraço? Podes ir embora depois mas preciso de chorar no teu colo por amor de deus, não há nada nem ninguém que seja capaz de me acalmar o espírito. Vem aqui dizer que me adoras apesar e independentemente de tudo porque é só disso que eu preciso… também confesso que adorava que soubesses isto mas para quê? Não te vou ligar a gritar para que tenhas pena. Mas a força estúpida que nos uniu pode fazer isso por mim? Pode chegar à noite ao teu ouvido e dizer-te que estou desfeita, desnutrida, desvirtuada? Não sei porque é que quero tanto que entendas que bati no fundo mas aliviava-me de uma forma ridícula. Alguém, qualquer pessoa, por favor que se sentem à conversa contigo e te façam desabafar porque eu conheço-te até depois do que existe, tenho a certeza que te dói e choro por isso também, por não seres capaz de dar espaço a ti próprio para ficar triste por mim. Por nós. Eu acho que merece a pena entendes? Só para depois disso pensares de novo no meu cheiro e me ligares a dizer que entendeste tudo e que isto não faz sentido. Hoje sinto-me assim, amanhã quero acordar com a força de uma miúda independente que as vezes me atinge e me alivia o sufoco por segundos.



