quinta-feira, 28 de abril de 2011

No alcohol, no weed
No cigaretts, no És
No milk, no cheese
No eggs, no meat
Just medation and peace
Red lentils, chick peas
Good workout, good sleep
Mo' sunshine, light breeze...

Promoe, "Long distance runner"

quarta-feira, 27 de abril de 2011

às vezes tenho de inventar motivos para chorar porque sei que não chorei o suficiente por tanta coisa que foi ficando pelo caminho... quem me dera que o mundo fosse como eu estava à espera. é difícil sentir-me sozinha, tenho a cabeça em água. mas estou feliz, muito, resolvi tudo de acordo com aquilo a que aspiro ser um dia. mas no entretanto, sou só uma miúda e gostava de apagar isto tudo e voltar lá atrás onde me guardavam debaixo do queixo.

domingo, 24 de abril de 2011



I fucking love bad boys, don't speak so close to me

terça-feira, 19 de abril de 2011

domingo, 17 de abril de 2011

todas as músicas da rádio soam apropriadas take 2

quinta-feira, 14 de abril de 2011

"Distingue-se entre os humanos aqueles que se sentem divididos em um passado e um futuro e aqueles que vivem o presente com cada vez mais densidade, sempre mais plenitude. Os orientais acham natural insistir menos sobre a morte do que se passa do que sobre a perfeição do que se acaba, como aprofundamento da realidade. Nós, ao contrário, começamos a ver aquilo que nos chega, apenas sob o aspecto sempre mais sinistro da morte - como tudo o que se observa de um olhar exterior, logo mortífero."

Lou Andreas Salomé

quarta-feira, 13 de abril de 2011

"Normalmente são pequenas coisas que causam grandes mudanças na nossa vida (man...) Às vezes é um livro, ou uma música, ou um filme e nesse caso foram as tuas palavras (....) foram as tuas palavras que mudaram tudo bro, podes crer"

Valete, "A melhor Rima de sempre" (Mixtape Orelha Negra)

sábado, 9 de abril de 2011

"Vamos andar de mãos dadas

O impossível somos nós.

(...)

Pelas ruas de Manhattan

Pelos rios do Chiado,

Nesta loucura improvável

De encontrar a alma certa

Do lado esquerdo da cama

De uma casa deserta

(...)

Dá-me a mão

Dá-me a mão

Dá-me a mão

Dá-me a mão

Adriana, "Sonhos de Papel"

"Parece clichê mas as musicas da rádio parecem todas especialmente para nós"

És de facto especial, impossivel de repetir. Adoro que me beijes a testa quando chego e que me devolvas o sorriso se me vês ao longe, como quem quer ter perto. Quero casar contigo e sei que ia ser feliz, mesmo que todas as improbabilidades o anulem a todo o segundo. Juro que me fazes sentir viva e única, como tu.

terça-feira, 5 de abril de 2011

da mulher que seduziu Sigmund Freud e despertou o amor de Friedrich Nietzsche, um conselho para "A humanidade da mulher"

Cquote1.svg Ouse, ouse... ouse tudo!!

Não tenha necessidade de nada!
Não tente adequar sua vida a modelos,
nem queira você mesmo ser um modelo para ninguém.
Acredite: a vida lhe dará poucos presentes.
Se você quer uma vida, aprenda... a roubá-la!
Ouse, ouse tudo! Seja na vida o que você é, aconteça o que acontecer.
Não defenda nenhum princípio, mas algo de bem mais maravilhoso:
algo que está em nós e que queima como o fogo da vida!!


Lou Andreas-Salomé

domingo, 3 de abril de 2011

"There's that thing about diamonds isnt' there? That if they're real they can cut through glass and make laser slice through monkeys. And that's why they're so valuable 'cause they can make lasers go through monkeys or somethin'.
To tell if they're fake you have to put on those magnifying glasses to your eye and speak in an eastern european accent.
People keep them in those litlle velvet bags, don`t they? With the draw strings on the top? Like we used to have for our sand shoes.
They're the hardest thing in the world, they never fall apart and they can only scratch themselves.
Maybe if we're in the desert and they wouldn't have squeeked on the gym floor, or the hall as we used to call it there. I don't see the point in the desert you'd have to shave everyday even without the water. There's no point having a beard there and even without water and enough to eat, your face is just (...)"

Lasers go through the monkeys - The AllStar Project

sábado, 2 de abril de 2011



"dá de novo um significado à tua existência"

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mas…! Como alguns admitem, “ele não sabe bem o que anda a dizer”; “ele de vez em quando precipita-se e tal…” O que eu acho é outra coisa, é que ele tem um vocabulário muito pobrezinho quando se exprime. Normalmente é típico de quem tem um vocabulário pobre, não sei, deve ser falta de leitura, as pessoas não conseguem dizer exactamente aquilo que querem dizer. Portanto eu tinha mais cuidado…”

Marcelo Rebelo de Sousa in Nerve 55b

domingo, 27 de março de 2011

sábado, 26 de março de 2011

domingo, 20 de março de 2011

Acertam na mouche e mudam a nossa maneira de ser... de sentir, de ouvir, de provar, de fazer e ver

sexta-feira, 18 de março de 2011

valete, a mulher que deus amou

Segredas-me ao ouvido que sou a tua diva, o teu sonho, o teu desejo personificado. Falas do pouco que te interessam os meus seios salientes a demarcarem a minha camisola fina que me deixa com frio e acentua os arrepios que se seguem ao teu toque, aos teus beijos intermináveis que me percorrem de uma ponta à outra enquanto me mexes no cabelo e me tiras a franja da testa porque eu não sou isso, não sou a rigidez de uma máscara posta sob e a forma de um penteado. Podes despentear-me, hoje não me importo… “tudo por ti, tudo para ti musa”


a special message for you. thank you for understand me

terça-feira, 15 de março de 2011

passamos de saladas a grelhados mistos

olha que por vezes provocas sem saber, outras vezes sabes e metes um bocado de ingenuidade por cima a ver se tapa, outras é mesmo cara podre... provocar sem saber é a que menos gosto tambem...:P
XD
agora ri-me muito a ler isso
nao contes a ninguem essa parte da ingenuidade por cima a tapar
que eu acho que ainda ninguem decifrou 8-)
ha muita gente atenta nisto tudo, mas tambem ha quem saiba disfarçar
eih, é uma salada russa, o que é certo é que estamos cá todos:P

salada russa nao porque os ingredientes acabam por ser poucos a comparar c "isto"
mas e a maionese?! quem é que tem o papel de interligar tudo no nosso mundo do "isto"?!
a maionese é mesmo o mundo... e lá no fim, acabamos por ser só carne e osso, passamos de saladas a grelhados mistos...

sábado, 12 de março de 2011

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Há uns tempos comecei do zero. Agora comecemos do -50, por favor. Mostra do que és capaz e todos te vão aplaudir. A questão central é que nessa altura, não vou querer aplausos dessas mãos sujas de mentiras, eu aplaudo-me a mim própria porque pelo menos, os erros das minhas mãos eu já conheço e não me posso desiludir mais com eles. Quando pensas que o mundo está errado e tu estás bem, normalmente surgem factos que te provam que é ao contrário… e desta vez? Eu não estou bem nem mal, estou só e o mundo todo tem assistido na primeira fila ao meu espectáculo cheio de intervalos. Agora digo aqui e de pulmões cheios, que não quero mais intervalos aplaudidos, quero um fim definitivo porque nenhum artista gosta de plateias pouco sinceras. Agora falo em monólogo porque sei que já não tenho ninguém que me oiça. Também sei que fui eu que quis assim. E sabem porque quis tal cenário horrendo para mim? Porque às vezes a vida prova-nos que no teatro, como em tudo, é muito melhor estarmos por nós próprios do que por aqueles que mais tarde ou mais cedo nos falham.

Eu não luto por quem me falha. Se eu falho, espero estalos e não mentiras nem falsidades. Se eu falhei, eu aceito a dor de ter falhado porque a mim, mais do que a ninguém no mundo, dói falhar. Se eu falhei e ninguém me bateu, não achem que não sofri as consequências de ter errado. Se eu falhei e vejo agora o mundo a revelar-se uma contradição pura e dura, digo de pulmões e boca cheia que ninguém mais vale a pena se não eu própria, porque a mim dói errar comigo mesma e a essa plateia mentirosa não tem doído ver-me cortar ou pulsos todos os dias… o mais inacreditável é alguém justificar essa ausência de dor com a falta de justificações da minha parte. Eu não sei falar sobre o que me dói porque não sei sentir dor nem coisas más, só sei amar-vos muito porque eram o meu porto se abrigo.

Melhor, não sabia.

Mimos*