terça-feira, 22 de novembro de 2011

eu sei que entre nós nem era suposto dar certo, nem eu queria que desse acho eu, gosto de mim antes de gostar de ti e ao amor isso não serve a longo prazo, mas fico magoada ao imaginar-te noutro colo que não o meu. gostava que o karma gostasse de nós. eu gostava muito de nós... mas
sê feliz como entenderes, tudo de bom para ti é pouco :)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

arte de Internet. mas excelente :D

(visitar) http://www.google.pt/logos/

domingo, 20 de novembro de 2011

"só pode ser verdade o que me conta a poesia, eu gosto de gostar e sinto a tua falta todo o dia"

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

"Questiono os gestos mais simples, escrever este texto, tentar dizer aquilo que foge às palavras e que, no entanto, precisa delas para existir com a forma de palavras. Mas eu questiono, pergunto-me, será que são necessárias as palavras? Eu sei que entendes o que não sei dizer. Repito: eu sei que entendes o que não sei dizer. Essa certeza é feita de vento. Eu e tu somos esse vento. Não apenas um pedaço do vento dentro do vento, somos o vento todo.
Escuta,
ouve.
Amor.
Amor."

José Luís Peixoto, in 'Abraço'

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Desta vez fiz mesmo merda. Mas merda, no seguimento de uma necessidade. Lógico, não? Desculpa meu amor, nós não somos um do outro… adoro-te, mas não. Não conseguimos isto porque nem é suposto conseguirmos. É tudo uma merda sabes? Olho para ti e vejo o mundo nuns olhos discretos. Subtis, mas fatais. Elogio-te até ao extremo, extremo esse que engola aquelas histórias em que o álcool que domina tanto que eu nem me devia importar; eras tu, no teu mundo e feliz com certeza, irra, e muito feliz. Tenho alguma pena por acontecer assim, mas não devamos tê.la… é desnecessária. Tudo é certo, sempre, seja com que aspecto for, a essência é certa.

“(…)

Se soubesse que amanhã morria
E a primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo. “

Alberto Caeiro
1889-1915

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

as melhoras para ti, ninguém merece e tu de certo que também não. um grande beijo de saudade de alguns momentos a dois :)*
"Tas a espera de ver me no chão então desiste,
temos pena o falhanço é uma cena que a mim não me assiste!
Aprende a vida é ingrata cuidado com o que pedes,
eu venho em alta rotação,sai da frente guedes!"

Jimmy feat Dengaz - Warrior (2011)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Não durmo há 24horas exactas e antes dessas, penso ter tido apenas três horas de sono de qualidade. Dormir é importante na saúde de uma pessoa, especialmente na saúde mental, coisa que preservo miraculosamente em todos os segundos da minha vida. Mas mesmo assim, quis sentar-me aqui a escrever porque não encontro outra forma de fazer explicar o que me vai aqui dentro, não no coração mas sim à flor da pele.

Não tenho voz, estou de rastos e disse/fiz coisas que talvez não quisesse assim tanto fazer. No entanto, sinto-me plena. Cheia de mim. Ainda mais. Cada vez mais. Acho isso incrível… a partir deste momento, sempre que os meus debates interiores me conduzirem até às conclusões mais satânicas (o que é relativamente frequente), vou-me lembrar do quão extraordinário é sentir-me assim, viva. Sou finalmente muito feliz porque descobri que ser feliz não é ter tudo a bater certo a todos os níveis. Ser feliz é ser resignado, na medida em que aceito tranquilamente o que sou e o que isso provoca (ou retrai), mas nunca deixando a procura incessante por uma felicidade ainda maior, mais completa e mais perfeita no seu domínio. Talvez, e lá estou eu no tom de suposição que tanto gosto, tudo isto seja tão natural como a água que corre da fonte. Talvez o mundo em geral apelide este fenómeno que descrevo como “crescimento”. Não condeno, pelo contrário, aceito e englobo essa ideia na minha. No entanto, sinto-me tão singular ao faze-lo que chego à conclusão lógica de que sou de facto feliz, nunca completa mas cada vez mais estabelecida.

E não, aquele homem não me ia violar ali em praça publica, a menos que eu me/o permitisse a tal.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011




Não sei se é agradável sentir o corpo a pagar desta forma degradante mas garanto uma coisa... sou muito feliz aqui

(prometo só em tom de realce como quem não se quer esquecer que para a semana que vem, estas loucuras têm fim anunciado!)

sábado, 15 de outubro de 2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

"I talk to God as much as I talk to Satan 'cause I want to hear both sides
Does that make me cynical
There are no miracles
And this is no miraculous life"

domingo, 9 de outubro de 2011

sábado, 8 de outubro de 2011

tenho saudades de sentir que a esfera que nos une num só faz sentido. desculpa mas sinto-nos a fraquejar tanto... prometemos muito que isso não ia acontecer. lamento mesmo muito que afinal as etapas diferentes da vida que atravessamos tenham de facto influência na nossa forma de lidar um com o outro. estamos anacrónicos meu amor

terça-feira, 4 de outubro de 2011

domingo, 2 de outubro de 2011

precisava tanto do teu apoio... e eu detesto que me falhem
nunca estive tão feliz na minha vida


cirurgião opera um feto ainda no útero da mãe e o pequeno ser vivo pôs uma mão (completamente formada) de fora e agarrou o dedo do médico, no momento em que este estaria a "fechar" a abertura para concluir o processo

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

terça-feira, 27 de setembro de 2011

a única coisa que a física clássica não consegue explicar são equações de turbulência

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

É só isso
Não tem mais jeito
Acabou, Boa sorte
Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto não mudará

Tudo o que quer me dar
É demais, é pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas desleais

(...)

Mesmo, se segure
Quero que se cure
Dessa pessoa que o aconselha
Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais

(...)

Vanessa da Mata e Ben Harper

Mimos*